A iluminação de Ilhéus é a mais cara do Brasil

A Prefeitura de Ilhéus contratou a empresa Engelux para a manutenção do sistema de iluminação pública, ao custo anual de R$ 1,7 milhão. O valor, segundo apurado pelo Blog do Gusmão, é superior em R$ 500 mil à despesa da Prefeitura de Vitória da Conquista com o mesmo serviço.

Mais diferenças: Conquista tem 28 mil postes de luz, enquanto Ilhéus tem apenas 13 mil, segundo informação da própria Prefeitura.  A população da primeira é de 336 mil habitantes; a da segunda é estimada em pouco mais de 184 mil.

Outro ponto é que na cidade do sudoeste baiano o serviço de iluminação pública é gerenciado diretamente pelo governo. Já em Ilhéus, é terceirizado e, ao que parece, um péssimo negócio para os cofres públicos.

(Por Davidson Samuel – Pimenta)

Contrato com terceirizada World Service é cancelado pelo Governo

Contrato com a empresa foi cancelado devido irregularidades clausurais
Contrato com a empresa foi cancelado devido irregularidades clausurais

Nesta quinta-feira (19) foi anunciado pelo Governo o rompimento do contrato com a empresa World Service, contumaz caloteira em trabalhadores terceirizados de escolas públicas estaduais na Bahia que vinham descumprindo cláusulas contratuais. As outras dispensadas são BC, Contrate, LC, Líder, Sal-ttur, Shaleve e Medial.

De acordo com o governo, entre os motivos do distrato está o atraso de salários e o não pagamento de vales transporte e alimentação. O Estado firmou acordo mediado pelo Ministério Público do Trabalho, pelo qual se compromete a regularizar os pagamentos e assegura o emprego dos trabalhadores hoje vinculados às terceirizadas.

No acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), o governo também se comprometeu a efetuar o pagamento a todas as empresas terceirizadas que estejam com a documentação das faturas em dia. Os repasses serão feitos com a intermediação do MPT e do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza (Sindilimp). As terceirizadas locam mão de obra de merendeiras, porteiros e pessoal de limpeza.

Informações: Pimenta

Terceirizada da BahiaGás que deu calote em Itabuna promete pagar dívidas

Após denúncia publicada neste blog (relembre aqui) a terceirizada que presta serviços a BahiaGás manteve contato com o empresário Cleuder Gally, proprietário do Distak Hotel.

A empresa comprometeu-se em quitar a dívida deixada há alguns meses, onde funcionários foram hospedados no Hotel, máquinas e veículos foram locados e nada havia sido pago, ou seja, a empresa deu um “calote” no empresário citado.

Por enquanto, o pagamento não foi realizado, aguarde maiores informações aqui.

Terceirizada da Bahiagás dá “calote” em empresários

Até o momento a direção da Bahiagás não se posicionou sobre o possível golpe cometido pela PETC, empresa terceirizada. A Bahiagás está realizando uma obra de implantação da rede de gás natural em Itabuna, mas a PETC, que contratou o hotel Destak e a locadora de veículos e máquinas Marapia, não tem pagado os empresários das respectivas empresas, chegando em uma dívida de aproximadamente R$ 30 mil reais.

Segundo o empresário Cleuder Gally, proprietário do hotel Destak, a terceirizada da Bahiagás deu “calote” em três empresários da cidade. “A Bahiagás deveria antes de contratar uma empresa terceirizada, consultar sobre as atividades da mesma. Essa empresa que está realizando a obra em Itabuna está dando calote na cidade. Eu e mais dois empresários fomos vítima”, conta Cleuder.

Exclusivo: Terceirizada da Bahia Gás deixa prejuízo de R$ 30 mil à empresários

Uma empresa terceirizada da Bahia Gás está dando um prejuízo à empresários de Itabuna. Segundo informações exclusivas ao Blog do Tom, a empresa PETC está fazendo perfurações em Itabuna para ligar o gás natural ao shopping Jequitibá Plazza. Mas para isso, algumas empresas de hotéis e locadoras de veículos foram contratadas para darem suporte aos funcionários. O problema é que a PETC não está pagando aos empresários solicitados, chegando à marca de R$ 30 mil reais só em dívidas. Empresas como o Hotel Distak e a Locadora Marapia estão revoltados contra a PETC.

Há algum tem o mesmo aconteceu com a terceirizada Cetro Engenharia, que deixou Itabuna e uma dívida de R$ 15 mil reais. Isso é uma irresponsabilidade da Bahia Gás que precisa filtrar e selecionar melhor suas empresas contratadas.