Ministério da Saúde repassa R$ 360 milhões para municípios em combate à dengue

Lavas da dengue (Foto: Divulgação)
Lavas da dengue (Foto: Divulgação)

O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira (21) que o Ministério da Saúde repassará mais de R$ 360 milhões para municípios de todo o país intensificarem o combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti.

Os recursos fazem parte do Fundo Variável de Vigilância em Saúde (PVVS), do Componente de Vigilância em Saúde de incentivo financeiro para a qualificação de ações de vigilância. Dados do Ministério da Saúde apontam que o país já reduziu em 30% o número de mortes por dengue e tem, atualmente, um dos menores índices de mortalidade pela doença nas Américas, com 0,03 óbitos para cada 100 notificações.

Novo mapa da dengue revela que 157 municípios brasileiros estão em situação de risco para a doença, outros 525 em alerta e 633 cidades com índice satisfatório. Os dados fazem parte do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (Liraa), apresentado ontem pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O levantamento revelou que três capitais estão em situação de risco: Cuiabá, Rio Branco e Porto Velho. Outras 11 – Boa Vista, Manaus, Palmas, Salvador, Fortaleza, São Luís, Aracaju, Goiânia, Campo Grande, Rio de Janeiro e Vitória – apresentaram situação de alerta.

(do Agência Brasil)

 

Obras da Barragem do Rio Colônia em Itapé estão parcialmente paradas

Canteiro de obras vazio / Imagem: Blog Políticos do Sul da Bahia
Canteiro de obras vazio / Imagem: Blog Políticos do Sul da Bahia

A construtora Andrade Galvão, responsável pela a obra da Barragem do Rio Colônia, em Itapé, já demitiu 70 funcionários, restando no momento apenas 30 para darem continuidade ao serviço. Porém, por falta de recursos do Governo do Estado, a obra está parcialmente paralisada e existe a possibilidade da interrupção total enquanto o Governo não realizar o repasse.

As empresas terceirizadas contratadas pela a Andrade Galvão já abandonaram a obra, alegando falta de recursos. Somente as máquinas da construtora estão no local, quantidade pequena para a demanda da obra. Para completar, o Governo do Estado também não pagou os fazendeiros, indenizações pelas terras desapropriadas para a construção da Barragem. Menos de 20% dos fazendeiros receberam as indenizações.

Informações: Políticos do Sul da Bahia