Barco naufraga em Ilhéus e uma pessoa está desaparecida

Um barco utilizado por trabalhadores da empresa Constran, responsável pela construção da nova ponte da Baía de Pontal, em Ilhéus, no Sul da Bahia, naufragou por volta das 18h dessa terça-feira (17). No momento do emborcamento, que ocorreu nas proximidades da Boca da Barra da cidade, a embarcação era conduzida por seis tripulantes. Dois deles conseguiram chegar nadando até a praia – Marcelo Ribeiro Oliveira, 32 anos, e Marcos Luís Campos Junior, 31 anos. Os outros tripulantes – Robson César Sampaio, 33 anos; Nelson Bispo dos Santos, 65 anos; Carlos Augusto, 45 anos; e Joel, 31 anos – ficaram no mar.

Durante a tarde desta quarta-feira (18), as buscas estão sendo conduzidas por três embarcações e uma lancha, apoiados por dois militares do Corpo de Bombeiros e pelos dois tripulantes que chegaram à praia. De acordo com a Capitania dos Portos, a área estabelecida para as buscas foi um círculo de 4 milhas náuticas de raio, a partir do Farol de Ilhéus.

No início da tarde, três corpos foram encontrados no entorno onde o barco naufragou. Segundo a Capitania dos Portos, tudo indica que seja dos tripulantes do “Sonho Meu I”, mas somento o exame pericial poderá comprovar. Os corpos foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus.

 

Imagens Fortes!

Confira a foto do corpo encontrado na praia dos milionários.

Será instaurado um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), cujo prazo de conclusão é de 90 dias, para apurar as causas e responsabilidades pelo ocorrido.

PF tenta demolir escola e posto de saúde no Acuípe

A Polícia Federal de Ilhéus-BA e tratores do município deslocaram-se para o povoado de Acuípe situado entre Olivença e Una, na manhã desta quarta-feira (31) com um mandado de reintegração de posse de uma área atualmente ocupada por índios tupinambás.

Segundo o Cacique da Tribo, os índios tem a permissão de permanecerem no local pois em 2002 a área de 47.345 hectares foi delimitada e pesquisas antropológicas foram feitas pela FUNAI, o projeto foi encaminhado para o Ministério da Justiça e devida a morosidade do trâmite até hoje não foi publicado. Dessa maneira, a tribo ficou a mercê de todo este processo sendo altamente prejudicados, pois os Policiais Federais estão com um mandado de desapropriação das terras onde 136 famílias ficarão desoladas, com a demolição da escola indígena 115 alunos ficarão sem aula e a destruição do posto de saúde que está aos cuidados da SESAI deixará a comunidade desassistida.

O Cacique pediu um prazo a FUNAI para que a sua tribo possa se mudar da localidade, e acredita que toda esta ação seja interesse de empresários que construirão fábricas de logística e empreendimentos no local.