Mr. Catra entra na justiça contra contra Facebook e Twitter

O funkeiro Mr. Catra está bastante irritado com os perfis falsos que estão sendo criados nas redes sociais. Alvo de inúmeros fakes, como são chamados os perfis, o cantor decidiu entrar na Justiça contra o Facebook e o Twitter. Segundo ele, as duas empresas permitem que usuários criem perfis com o nome dele sem autorização.

Mr. Catra quer proibir contas fakes em seu nome (Foto: Divulgação)
Mr. Catra quer proibir contas fakes em seu nome (Foto: Divulgação)

“Estou cansado de tanta gente se passando por mim. Já entrei em contato com os responsáveis pelas redes e nada foi feito. Agora coloquei na mão de profissionais competentes pra resolver. Sou um profissional e pai de família e quero respeito. Chega”, avisou o funkeiro.

Catra, que contratou o advogado Marcelo Costa para cuidar do caso, tem dezenas de perfis com o nome dele na web. Segundo ele, as pessoas que controlam as redes sociais acabam prejudicando sua imagem e, por isso, ele quer tirar os perfis do ar.

Mr. Catra adota dois bebês com vírus da Aids

O funkeiro Mr. Catra e Silvia Regina Alves, uma de suas três mulheres, ganharam dois novos motivos de alegria desde junho. Catra, que já é pai de 23 filhos, adotou duas crianças que nasceram com o vírus da Aids.

“Estamos criando com todo amor do mundo, assim como criamos os outros 22 filhos. Deus os colocou na minha vida. A mãe morreu e deixou os dois (uma menina, de 2 anos, e um menino, de 3). Quem iria adotá-los desse jeito? Tem que ter muito amor para isso. O amor é o remédio para tudo e esse amor cabe em mim”, contou ao jornal Extra.

Catra disse que as crianças estão bem e estão integradas na rotina da família. “Gostaria de preservá-los. De forma alguma quero fazer disso uma exposição para mim e para eles. Vou continuar trabalhando muito, afinal, agora são 24”, diz Catra.

Funkeiro é morto durante show em Campinas e vídeo mostra o momento

Na noite deste sábado (6) o MC Daleste foi morto após ser atingido por um tiro no abdômen durante apresentação em Campinas (SP). Ao menos dois disparos foram dados em direção ao funkeiro Daniel Pellerrine. As marcas de bala atravessaram o palco em que o cantor tocava, em um conjunto habitacional. Fãs dizem ainda que um outro disparo foi dado para o alto.

Uma moradora, que não quer ser identificada, estava no show com a filha de 12 anos e outras adolescentes. “A gente estava perto do palco. Teve um primeiro disparo, mas na hora a gente não achou que fosse tiro, pensou até que fosse da música. Logo depois houve um para o alto e o que acertou ele. Ai foi uma correria só”, relata.

A festa era gratuita e aberta. O conjunto conta com mais de dois mil apartamentos, divididos em 10 quadras. Segundo os moradores, ao menos três mil pessoas acompanhavam o show. Os disparos foram efetuados no início da apresentação. “Primeiro teve um tiro e o pessoal achou que era bombinha. Com o outro tiro ele caiu com a mão na cintura e todo mundo começou a correr” diz outra jovem.

Na manhã deste domingo (7), investigadores da Divisão de Homicídios da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) estiveram no local para ouvir testemunhas que estavam no show. O inquérito policial para investigar o caso deve ser aberto nesta segunda-feira (8). O número de disparos não foi informado pela polícia.

Daleste era ligado ao estilo conhecido como funk ostentação ou funk paulista, que mistura a batida do funk carioca com letras sobre bens materiais. Em vez de ousadias sexuais, os temas são artigos de preços altos: carros, motos, óculos, roupas e bebidas. Nas redes sociais, músicos lamentaram a morte e pedem o ato ‘funk acordou’.

No momento do incidente, fãs filmavam a apresentação e flagram quando o disparo atinge o MC Daleste. Um dos vídeos já passa a marca de 3 milhões de visualizações.