Presidente do PT rebate críticas de Geddel

Jonas Paulo, o ainda presidente do PT, rebateu ontem (25) críticas feitas ao partido pelo presidente do PMDB baiano e pré-candidato da oposição ao governo do estado, Geddel Vieira Lima. Jonas Paulo destacou o fato de Geddel integrar a base do governo federal, já que ele é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica e lembrou que os governos do PMDB nos estados do Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul enfrentam atualmente muitos problemas.

Em entrevista concedida a um jornal baiano nesta segunda-feira (25), Geddel pontuou supostas fragilidades do governo petista na Bahia, a exemplo da segurança pública e da área de saúde, que ele destacou como um “caos”, e ainda contestou a eficiência do programa Topa – Todos pela Educação – e alfinetou o momento vivido pelo PT, que estaria “fatigado e na Bahia, sobretudo não tem um grande exemplo de gestão a dar”.

“Ele como dirigente nacional do seu partido deveria estar muito preocupado com a situação dos governos do Rio de Janeiro e do Mato Grosso do Sul, que passam por dificuldades profundas, inclusive para elegerem o sucessor, o que não é o nosso caso, pois, ainda estamos numa zona de conforto. Temos quatro nomes da melhor qualidade para escolhermos e há ainda aqueles que querem citar outros nomes, o que mostra que temos um leque de quadros que dará vigor ao nosso projeto”, respondeu Jonas.

Projeto de Lei propõe mudança em norma eleitoral

Atualmente é possível substituir a qualquer tempo, candidato às eleições majoritárias, em caso de inelegibilidade, renuncia ou morte. O que vem ocorrendo a cada eleição é que o candidato majoritário indicado renuncia às vésperas da eleição e o TSE não tem prazo hábil para adequar a urna de votação.  No caso de eleições proporcionais, a substituição poderá ser feita até 60 dias antes do pleito.

Com isso, o Deputado Jutahy Júnior elaborou uma proposta visando impedir que partidos políticos e coligações possam substituir candidatos majoritários que renunciarem ao pleito às vésperas das eleições causando atropelos à Justiça Eleitoral e aos eleitores.

A proposta consiste em definir um prazo máximo de 15 dias para que a renúncia comporte a substituição do candidato e, com isso, evitarem-se as fraudes e transtornos que contribuem para vulnerar o pleito e aumentar a falta de confiança do eleitor na transparência e eficiência da Justiça Eleitoral.

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