Casa lotada! Veja os flashes da festa Space Black or White

Fotógrafo: Leo PhotoArt.
Fotógrafo: Leo PhotoArt.

Considerada uma das maiores festas de música eletrônica, sucesso em Salvador, Aracajú e Curitiba a SPACE BLACK OR WHITE, esteve desta vez em Itabuna neste sábado (2), na boate Seven. O evento reuniu grandes nomes do cenário eletrônico nacional, Dj Enrico Masiero (Pachá e Pink Elephant – Salvador), Dj Luan Delucci (Pink Elephant – Salvador), Double Impact (Salvador), Dj Hashta (Aurora), Dj Renata Dias (Pink Elephant – Salvador) e o internacional, Dj Jesus Luz. A Space Black or White proporcionou ao público amante da música eletrônica, uma mistura de batidas, que marcaram a noite grapiunense.

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Justiça determina que escombros da boate Kiss sejam removidos

O juiz Ulysses Fonseca Louzada, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Santa Maria, determinou nesta semana que os escombros da boate Kiss sejam removidos. Porém, de acordo com a decisão emitida no último dia 2, a medida só deve ser tomada após a realização de um completo levantamento fotográfico com a medição e a descrição de cada peça que integrava a estrutura do prédio, o que deve ser feito por peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP).

Boate pegou fogo após apresentação com sinalizadores (Foto: Divulgação)
Boate pegou fogo após apresentação com sinalizadores (Foto: Divulgação)

A decisão também exige que antes da remoção dos escombros, peritos do IGP colham amostras de substâncias que entraram em combustão. Entre elas estão o gesso inferior e superior e a lã de vidro que permeava as duas placas de gesso no teto — conforme solicitado pela defesa do réu Mauro Londero Hoffmann, sócio da boate – e materiais que revestem a parte superior do palco e proximidades – pedido feito pela defesa de outro sócio da Kiss, Elissandro Callegaro Spohr.

Em função da necessidade destas etapas, ainda não há data para que a remoção dos escombros ocorra de fato. De acordo com Paulo Henrique Corrêa da Silva, advogado da Econn Empreendimentos de Turismo e Hotelaria, proprietária do prédio, a limpeza será feita por empresa especializada contratada pela Eccon.

Passados mais de dez meses da tragédia que deixou 242 mortos, a fachada da boate Kiss ainda tem diversos cartazes com fotos das vítimas e mensagens deixadas por familiares e amigos.

Fonte: Uol 

Nova regra obriga divulgação dos alvarás de estabelecimentos de show

Oito meses após o incêndio da Boate Kiss em Santa Maria (RS) que levou à morte 242 pessoas em janeiro deste ano, o Ministério da Justiça publicou nesta quarta-feira (25) uma portaria que obriga a transparência maior de estabelecimento de lazer, cultura e entretenimento ao consumidor. Em 90 dias, shows, festas e eventos deverão apresentar em seus ingressos, nos sites e em qualquer material de divulgação o número e a validade do alvará de funcionamento.

A boate Kiss pegou fogo após um cantor que se apresentava disparar um sinalizador de pirotecnia / Imagem: Divulgação
A boate Kiss pegou fogo após um cantor que se apresentava disparar um sinalizador de pirotecnia / Imagem: Divulgação

 

“Hoje o alvará está na gaveta de alguém, se existe”, afirmou a secretária nacional de defesa do consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira. Além da impressão nos ingressos, as informações também deverão ser expostas de maneira clara na entrada dos estabelecimentos, assim como a capacidade máxima do local.

“O que podemos regulamentar é que o consumidor brasileiro tenha o direito de ter em seu ingresso, no site, o número e a validade do alvará. Isso assegura a obrigação de dar a transparência”, explicou. O estabelecimento que descumprir a nova regra será punido nos termos do Código de Defesa do Consumidor.

A multa pode chegar a R$ 6 milhões.

(Informações do Bahia Notícias)

Salvador: Adolescente acusa segurança de boate por agressão

Uma jovem de 25 anos acusa o segurança de uma casa de shows de Salvador  de ter agredido ela e a prima, de 23 anos, após um show realizado na madrugada deste domingo (7). Apelo por justiça feita por familiar em Facebook já tem mais de 8.300 compartilhamentos.

“Fui para um show na madrugada de domingo. Antes de terminar o show, paguei a minha comanda e a comanda da minha irmã. Quando terminou o show, minha prima e uma amiga estavam na fila para poder pagar as comandas delas, e passei pela corda de isolamento para poder acompanhá-las. Foi nesse momento em que o segurança pediu para eu sair porque eu estaria furando fila. Tentei argumentar e explicar que eu só estava acompanhando as meninas, que eu já tinha pago a minha comanda, mas ele foi bruto e me jogou para fora do estabelecimento. Minha prima foi interferir, e ele a jogou para fora do local. Com isso, ela caiu e fraturou o pulso”, explicou ao site G1.

Mariana explica que a irmã dela, assim como a amiga, também tentaram argumentar com o segurança, mas nesse momento outro segurança interferiu no diálogo, e, segundo a vítima, o funcionário foi truculento.

“Os dois foram bastante grosseiros. Nos jogaram para fora do bar na frente de outros clientes. Frequento esse local há mais de dois anos. Com toda essa situação, chamei a polícia e registrei queixa. Depois, eu e minha prima realizamos o exame de corpo de delito”, disse. A queixa foi registrada na delegacia da Barra, em Salvador.

Em nota oficial, o Groove Bar, local onde aconteceu o incidente, informou que a “confusão aconteceu entre clientes”. A casa de show afirma que um outro cliente abordou a jovem por acreditar que ela estava furando a fila. O estabelecimento informa ainda que, “a partir deste mal entendido, iniciou-se a confusão, direcionando-se para a saída do bar. O gerente da casa e o porteiro da noite responderam aos questionamentos dos policiais, que informaram a impossibilidade de realizar qualquer tipo de ação naquele momento, pois o outro cliente envolvido já havia se ausentado do local. Os policiais sugeriram que elas se dirigissem à delegacia mais próxima. O Groove Bar lamenta o ocorrido”.

A jovem discorda do posicionamento do estabelecimento. “Era um segurança, não cliente. Estava todo de preto, com equipamento no ouvido facilmente identificável. Os outros seguranças apenas o observavam nos agredir, sem interferir. Provavelmente era o chefe de segurança, mas isso não posso confirmar. Os funcionários de segurança do Groove Bar usam terno, mas sei que os chefes de segurança geralmente andam à paisana. Garanto que não era um cliente e garanto que não foi um cliente chateado por achar que furei a fila”, diz a cliente.

Mariana é estagiária de jornalismo, e a fratura no pulso pode deixar sequelas.
Mariana é estagiária de jornalismo, e a fratura no pulso pode deixar sequelas.