Moradores de Jequié reclamam de mal cheiro no bairro

Os moradores do bairro Jequiezinho, localizado na cidade de Jequié, há cerca de 186 km de distância de Itabuna, estão na bronca. Na tarde deste sábado (9), a redação do Blog do Tom foi informada sobre as péssimas condições em que os residentes do bairro estão passando. Segundo o relato, um criadouro de porcos na localidade exala um odor insuportável. Apesar de um abaixo ser assinado ter sido entregue a Prefeitura Municipal nada foi resolvido.

Será que ainda estamos em meados aos século XIX e XX? Não somos contra quem procura trabalhar de forma honesta, no entanto, seria viável que a Secretaria competente fizesse o remanejamento do estabelecimento para uma área afastada da cidade. Simplesmente por uma questão de saúde pública.

Aqui registramos a indignação dos leitores e também reservamos o espaço para possíveis esclarecimentos.

Vereador de Salvador quer permitir entrada de animais em estabelecimentos

O vereador Marcell Moraes propôs um novo projeto que visa “estreitar a relação dos animais com os homens no ambiente social”. Essa é a ideia chave do Projeto de Lei nº 281/2013, que tramita na Câmara Municipal de Salvador com o objetivo de autorizar o acesso de animais a estabelecimentos comerciais na cidade.

Vereador Marcell Castro (Foto: Divulgação)
Vereador Marcell Castro (Foto: Divulgação)

A proposta permite que os tutores adentrem, circulem e permaneçam acompanhados de seus bichos de estimação, desde que respeitem alguns critérios: Cães de médio porte, por exemplo, só podem entrar nos ambientes comerciais se estiverem utilizando focinheira e coleira; os de pequeno porte devem permanecer nos braços do tutor ou conduzidos por uma guia, mas nunca soltos pelo espaço.

A autorização não vale para os bichos de grande porte. O projeto elenca ainda mais uma exceção: os animais não podem frequentar estabelecimentos que comercializem, manipulem ou preparem alimentos, em cumprimento às normas da Vigilância Sanitária.

“É preciso fazer valer, de uma vez por todas, aquele discurso de que o cão é o melhor amigo do homem. Esse discurso precisa ser transformado em prática. A ideia não é causar mal estar entre lojistas, consumidores e tutores de animais, mas possibilitar um melhor convívio entre os homens e os quatro patas. Muita gente só tem o animal como companheiro e essa pessoa tem todo direito de sair acompanhado de seu bicho”, defende Marcell.

Cerca de 30 animais são encontrados mortos por dia em Feira de Santana

Uma média de 30 animais mortos são encontrados por dia (Foto: Divulgação)
Uma média de 30 animais mortos são encontrados por dia (Foto: Divulgação)

De acordo com a Secretaria de Serviços Públicos de Feira de Santana (SESP) de janeiro a setembro deste ano foram removidos 5.213 cadáveres de animais de pequeno porte nas ruas da cidade, com uma média de 30 animais por dia. A Prefeitura também recolhe animais de grande porte – cavalos, bois, jumentos, entre outros.

A grande maioria dos animais que morre nas ruas é vítima de atropelos. Outros casos estão relacionados à velhice e a suspeitas de envenenamento. Conforme a secretaria, cães e gatos são os animais mais comuns neste serviço, porque além dos domésticos, existe uma grande população nas ruas.

O cidadão deve entrar em contato com a SESP imediatamente após ver um animal morto em via pública, antes que o cadáver entre em decomposição e provoque problemas ambientais graves – mau cheiro e a possibilidade de contaminação do lençol freático, por exemplo.

Viral de cachorro agredido até a morte foi feito nas Filipinas em 2011

Imagem do vídeo que mostra três jovens filipinas pisoteando e chutando um filhote de cachorro (Foto: Reprodução)
Imagem do vídeo que mostra três jovens filipinas
pisoteando e chutando um filhote de cachorro (Foto: Reprodução)

Um vídeo com quase 20 minutos que mostra um cachorro ainda filhote ser agredido até a morte por três jovens chocou muitos usuários do Facebook e gerou até campanha para que elas – tidas como brasileiras – fossem punidas. O vídeo, porém, não só é antigo como não foi feito no Brasil, mas nas Filipinas, e os responsáveis pela prática estão presos desde 2012, de acordo com a ONG de defesa dos animais Peta.

Os links que continham a versão integral do vídeo foram bloqueados em sites como o YouTube, o que dificulta a identificação da data de filmagem e publicação do conteúdo. Segundo a Peta, o vídeo é datado de 2011 e ele ainda circula na internet em versões mais curtas.

As imagens mostram jovens de feições orientais que chutam e pisoteiam um filhote de cachorro. Vestindo shortinhos, as três fazem poses para câmera, riem e chegam a pular sobre ele. Leia mais…