Após duas semanas em caverna médicos se surpreendem com os resultados

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Os 12 meninos e o seu técnico que foram resgatados da caverna Tham Luang, ao norte da Tailândia, não possuem problemas graves de saúde e nem mostram sinais de estresse,mesmo tendo passado mais de duas semanas pressos na caverna. Assim informaram os médicos nesta quarta-feira (11). Todos perderam em uma média de dois quilos e alguns alem de quadros leves de infecção pulmonar.

O governo local divulgou imagens que mostram os meninos com máscaras nas camas do hospital Chiang Rai, onde estão em recuperação. Todos eles passarão de 7 a 10 dias no hospital e depois precisarão ficar mais 30 dias em casa, segundo anunciou o diretor do hospital.

“Por nossa avaliação, estão em bom estado e não exibem estresse. As crianças foram bem cuidadas na caverna. A maioria dos meninos perdeu em média dois quilos”, disse o inspetor do departamento de saúde tailandês, Tongchai Lertvirairatanapong.

Lertvirairatanapong disse que os meninos estão em “boas condições” apesar de ter pedido peso durante o período que ficaram na cavidade subterrânea. Todos já receberam vacinas contra raiva e tétano.

“Eles cuidaram bem de si mesmos na caverna”, afirmou.

Carga com produtos químicos chega a Itabuna; Emasa informa que abastecimento está mantido

A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) informou que o abastecimento em Itabuna deverá ser regularizado em 48 horas. Há pouco, a empresa confirmou ter recebido produtos químicos utilizados no tratamento da água. Havia risco de colapso (“torneira seca”, disse o prefeito Fernando Gomes), caso as carretas não chegassem ainda hoje. O atraso no envio do produto ocorreu devido à greve dos caminhoneiros.

Duas carretas foram escoltadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Simões Filho a Itabuna. “A aquisição desses produtos envolveu um grande esforço da direção da Emasa, inclusive deslocando diretores para acompanhar o carregamento em Simões Filho e o transporte do material até Itabuna, para que chegasse em tempo hábil, evitando-se o colapso no abastecimento”.